Salmão premium, rastreável e sustentável para o comércio internacional.
O salmão é um dos peixes mais valorizados da história da alimentação humana, consumido há milhares de anos por povos do hemisfério norte, especialmente nas regiões da Escandinávia, América do Norte e Ásia.
Tradicionalmente capturado em rios e mares frios, o salmão tornou-se um produto global a partir do desenvolvimento da aquicultura moderna, especialmente a partir do século XX. Sua carne rosada, sabor marcante e alto valor nutricional fizeram do salmão um dos peixes mais consumidos e exportados do mundo.
Atualmente, o salmão é amplamente comercializado nas formas fresco, congelado, defumado, curado e enlatado, sendo presença constante tanto na culinária tradicional quanto na gastronomia contemporânea.
🇺🇸 Estados Unidos – Um dos maiores importadores globais, com alto consumo per capita;
🇯🇵 Japão – Forte demanda para sushi, sashimi e culinária tradicional;
🇪🇺 União Europeia – Destaque para Espanha, França, Alemanha e Itália;
🇨🇳 China – Mercado crescente para salmão fresco e congelado.
🇳🇴 Noruega – Maior exportador mundial de salmão;
🇨🇱 Chile – Segundo maior produtor global;
🇨🇦 Canadá – Produção relevante de salmão do Atlântico e do Pacífico;
🇬🇧 Reino Unido – Forte presença da Escócia no mercado premium.
O salmão destinado à exportação é majoritariamente proveniente da aquicultura em águas frias, com controle rigoroso de alimentação, densidade populacional, sanidade e rastreabilidade desde a fase de alevino.
Após a despesca, o salmão passa por:
Abate controlado;
Filetagem e porcionamento;
Congelamento rápido (IQF) ou resfriamento para exportação fresca;
Processos adicionais como defumação ou cura, conforme o mercado de destino.
A exportação exige conformidade com padrões internacionais, incluindo:
HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle);
ISO 22000 (Segurança Alimentar);
ASC (Aquaculture Stewardship Council);
MSC (Marine Stewardship Council), quando aplicável.
O salmão requer cadeia de frio rigorosa, normalmente entre 0 °C e –18 °C, sendo transportado por:
Avião (produto fresco);
Navio frigorificado;
Transporte rodoviário refrigerado.
Documentos exigidos:
Certificado Sanitário Internacional (CSI);
Certificado de Origem;
Documentos de rastreabilidade;
Licenças ambientais e sanitárias.
As exigências variam conforme o destino:
🇪🇺 União Europeia – Regulamentação da EFSA;
🇺🇸 Estados Unidos – Fiscalização pelo FDA;
🇯🇵 Japão – Controle rigoroso de frescor, resíduos e origem;
🇧🇷 Brasil – Regulamentação pelo MAPA.
🐟 Filé – Corte mais comum, com ou sem pele, ideal para grelhados, assados e consumo cru;
🐟 Lombo – Parte nobre do dorso, muito valorizada para sashimi e grelhados premium;
🐟 Steak – Corte transversal espesso, mantendo suculência e sabor;
🐟 Ventral (Barriga) – Corte altamente marmorizado, muito usado em sushi e gastronomia japonesa;
🐟 Porções Defumadas – Utilizadas em pratos frios, entradas e culinária gourmet;
🐟 Cabeça e Carcaça – Usadas para caldos, sopas e produtos industrializados.
O salmão é o peixe mais exportado do mundo em valor comercial;
Mais de 70% do salmão consumido globalmente vem da aquicultura;
A demanda por salmão certificado e sustentável cresce ano após ano;
O consumo de salmão fresco aumentou com a popularização da culinária japonesa e saudável.
O salmão ocupa uma posição estratégica no comércio internacional de alimentos, combinando alto valor agregado, forte demanda global e exigências sanitárias rigorosas. A exportação desse produto requer excelência em produção, logística eficiente e conformidade regulatória.
Empresas que atuam no mercado de salmão precisam dominar os processos internacionais, garantir rastreabilidade e atender às exigências dos mercados mais competitivos do mundo.
| Componente | Quantidade |
|---|---|
| Calorias | 208 kcal |
| Proteínas | 20 g |
| Gorduras Totais | 13 g |
| Ácidos graxos ômega-3 | 2,5 g |
| Colesterol | 55 mg |
| Cálcio | 12 mg |
O salmão é um dos peixes mais valorizados da história da alimentação humana, consumido há milhares de anos por povos do hemisfério norte, especialmente nas regiões da Escandinávia, América do Norte e Ásia.
Tradicionalmente capturado em rios e mares frios, o salmão tornou-se um produto global a partir do desenvolvimento da aquicultura moderna, especialmente a partir do século XX. Sua carne rosada, sabor marcante e alto valor nutricional fizeram do salmão um dos peixes mais consumidos e exportados do mundo.
Atualmente, o salmão é amplamente comercializado nas formas fresco, congelado, defumado, curado e enlatado, sendo presença constante tanto na culinária tradicional quanto na gastronomia contemporânea.
🇺🇸 Estados Unidos – Um dos maiores importadores globais, com alto consumo per capita;
🇯🇵 Japão – Forte demanda para sushi, sashimi e culinária tradicional;
🇪🇺 União Europeia – Destaque para Espanha, França, Alemanha e Itália;
🇨🇳 China – Mercado crescente para salmão fresco e congelado.
🇳🇴 Noruega – Maior exportador mundial de salmão;
🇨🇱 Chile – Segundo maior produtor global;
🇨🇦 Canadá – Produção relevante de salmão do Atlântico e do Pacífico;
🇬🇧 Reino Unido – Forte presença da Escócia no mercado premium.
O salmão destinado à exportação é majoritariamente proveniente da aquicultura em águas frias, com controle rigoroso de alimentação, densidade populacional, sanidade e rastreabilidade desde a fase de alevino.
Após a despesca, o salmão passa por:
Abate controlado;
Filetagem e porcionamento;
Congelamento rápido (IQF) ou resfriamento para exportação fresca;
Processos adicionais como defumação ou cura, conforme o mercado de destino.
A exportação exige conformidade com padrões internacionais, incluindo:
HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle);
ISO 22000 (Segurança Alimentar);
ASC (Aquaculture Stewardship Council);
MSC (Marine Stewardship Council), quando aplicável.
O salmão requer cadeia de frio rigorosa, normalmente entre 0 °C e –18 °C, sendo transportado por:
Avião (produto fresco);
Navio frigorificado;
Transporte rodoviário refrigerado.
Documentos exigidos:
Certificado Sanitário Internacional (CSI);
Certificado de Origem;
Documentos de rastreabilidade;
Licenças ambientais e sanitárias.
As exigências variam conforme o destino:
🇪🇺 União Europeia – Regulamentação da EFSA;
🇺🇸 Estados Unidos – Fiscalização pelo FDA;
🇯🇵 Japão – Controle rigoroso de frescor, resíduos e origem;
🇧🇷 Brasil – Regulamentação pelo MAPA.
🐟 Filé – Corte mais comum, com ou sem pele, ideal para grelhados, assados e consumo cru;
🐟 Lombo – Parte nobre do dorso, muito valorizada para sashimi e grelhados premium;
🐟 Steak – Corte transversal espesso, mantendo suculência e sabor;
🐟 Ventral (Barriga) – Corte altamente marmorizado, muito usado em sushi e gastronomia japonesa;
🐟 Porções Defumadas – Utilizadas em pratos frios, entradas e culinária gourmet;
🐟 Cabeça e Carcaça – Usadas para caldos, sopas e produtos industrializados.
O salmão é o peixe mais exportado do mundo em valor comercial;
Mais de 70% do salmão consumido globalmente vem da aquicultura;
A demanda por salmão certificado e sustentável cresce ano após ano;
O consumo de salmão fresco aumentou com a popularização da culinária japonesa e saudável.
O salmão ocupa uma posição estratégica no comércio internacional de alimentos, combinando alto valor agregado, forte demanda global e exigências sanitárias rigorosas. A exportação desse produto requer excelência em produção, logística eficiente e conformidade regulatória.
Empresas que atuam no mercado de salmão precisam dominar os processos internacionais, garantir rastreabilidade e atender às exigências dos mercados mais competitivos do mundo.
| Componente | Quantidade |
|---|---|
| Calorias | 208 kcal |
| Proteínas | 20 g |
| Gorduras Totais | 13 g |
| Ácidos graxos ômega-3 | 2,5 g |
| Colesterol | 55 mg |
| Cálcio | 12 mg |